
segunda-feira, 28 de março de 2011
O Físico Goldemberg é contra construção de novas usina nucleares no país

terça-feira, 22 de março de 2011
55% das cidades podem ter falta de água até 2015
A poluição crescente das fontes de água de qualidade pode levar ao desabastecimento em 55% municípios do país até 2015.
A conclusão é do "Atlas Brasil - Abastecimento Urbano de Água", que será divulgado pela Agência Nacional de Águas (ANA) quando se comemorar o Dia Mundial da Água.
A principal ameaça enfrentada pelos rios e mananciais brasileiros é o lançamento de esgoto sem tratamento. "Os problemas associados à poluição hídrica são mais evidentes nos grandes aglomerados de municípios, em função da pressão das ocupações urbanas sobre os mananciais de abastecimento público: o lançamento de esgotos sem tratamento influencia diretamente a qualidade das águas", afirma o documento.
Os municípios que correm o risco de desabastecimento de água no prazo de quatro anos são também aqueles que concentram 70% do consumo.
Mais investimentos
Segundo o estudo da ANA, o Brasil terá de investir ao menos R$ 70 bilhões para garantir a oferta de água de boa qualidade aos municípios até 2025, quando a população deverá chegar à marca de 196 milhões de habitantes.
Do total a ser investido nesse período, cerca de 70% devem ir para a coleta e o tratamento de esgotos. Com isso, se evitaria a poluição das fontes de abastecimento de água, mas os recursos não seriam suficientes para universalizar o acesso da população brasileira ao esgoto, alerta o documento.
quinta-feira, 24 de fevereiro de 2011
MANIFESTO EM DEFESA DA MATA NATIVA E CONTRA A EXPULSÃO DAS FAMÍLIAS POSSEIRAS DA FAZENDA REDENTOR EM SANTA ISABEL-SP.
O respeito às leis é um dos pilares fundamentais da democracia moderna. Todos, sem exceção, independentemente de sua classe social, devem cumpri-las. No Brasil atual, que pese os expressivos avanços conquistados, no campo das liberdades democráticas, ao longo das duas últimas décadas, o fato é que ainda assim teimam em persistir, em muitos lugares do nosso país, certas práticas, certos costumes que remontam à época do coronelismo. Naqueles tempos, o Estado e suas instituições estavam submetidos aos mandos e desmandos do chefão local - o famoso coronel. Nada escapava de seu olhar - muitas vezes fatal - atento. Mandava quem podia. Obdecia quem tinha juízo. Essa era a regra máxima da época. Não havia conversa. Santa Isabel é ainda - infelizmente - um desses lugares aonde o "coronel" e seus correligionários dão o tom da política local. Poucas são as vozes que ousam discordar.
Município da região metropolitana de São Paulo, dista, pela via Dutra, apenas 56 Km da capital paulista. Sua população é de 50.464 habitantes. De geografia privilegiada, 80% de seu território localiza-se em área de preservação ambiental e de mananciais. A cidade possui uma forte vocação para o desenvolvimento do turismo, com ênfases na qualidade de vida e sustentabilidade ambientais. No entanto, justamente o que poderia ser um dos maiores patrimônios da cidade - seus bens ambientais - é visto pelos poderosos locais como uma pedra no meio do caminho a lhes contrariar os interesses já que a legislação ambiental impôe restrições ao crescimento da cidade. Não raro, eles simplesmente a ignoram ou quando não, interpretam-na de acordo com suas conveniências. Obviamente tudo feito sob o olhar complacente das autoridades locais. O que causa espanto é que nada disso é feito na calada da noite mas em plena luz do dia mesmo, na certeza da impunidade.
Se não vejamos: recentemente, entre terça e quinta-feira últimas (entre dias 2/25 e 26 de Janeiro). ocorreu grave crime ambiental na cidade. Uma equipe de mais de 20 pessoas foi incumbida de dar conta do serviço. Primeiro, ateou-se fogo na mata nativa - isso mesmo MATA NATIVA!!!! Depois, vieram as motoserras. Tamanha destruição para plantio de eucalipto. Não é a primeira vez que isso acontece no local - uma área de aproximadamente 90 alqueires, conhecida como Fazenda Redentor em cuja sede encontra-se instalada um abrigo - com pouquíssimas crianças diga-se de passagem. A Fazenda foi recebida em doação (isso há muitos anos) justo para a instalação de um Educandário (o termo educandário encontra-se em desuso atualmente. Em seu lugar, usamos abrigo). Simone Buscarioli - filha do prefeito da cidade - é a atual presidente da entidade. Desde então, sob a alegação de angariar fundos para a manutenção das crianças, começou a destruir sistematicamente a mata nativa, com aterramento de brejos, nascentes, para plantio de eucaliptos, desrepeitando completamente a legislação ambiental . Paralelamente, reintegrações de posse, intimidações, ameaças, abusos de poder, tornaram-se eficazes instrumentos para expulsão das mais de cem famílias de agricultores que lá viviam há anos e pagavam suas mensalidades ao Educandário. Hoje, resta apenas 30 famílias, àquelas que conseguiram resistir às pressões.
Solidários (as), circule este manifesto para suas redes sociais. Faça-o chegar ao conhecimento das autoridades competentes,entidades, movimentos ambientalistas e afins, para que se tome providências. Já denunciamos à Policia Ambiental da região (Mogi das Cruzes), que até a presente data ainda não se manifestou a respeito. Expresse sua indignação para com este abuso enviando mensagens para o gabinete do prefeito.
Basta de impunidade!!!
Ednaldo Gonçalves Silva - Representante do Movimento (11) 64...
ou (11) 7124-9983 , com Vicente
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P.S: Vejam as fotos da nova destruição ambiental ocorrida recentemente na Fazenda Redentor. Acesse o álbum neste endereço: http://bit.ly/dLk0tQ
quarta-feira, 19 de janeiro de 2011
Enchente, por que ela ocorre?
postado por CELTON ANTUNES
quarta-feira, 12 de janeiro de 2011
Mais um vez Jd. Pantanal II a Missão
Mais um vez as nossas autoridades Prefeitura de São Paulo e o Departamento de Águas e Energia Elétrica (Daee) do Governo do Estado de São Paulo continuam com o descaso com os moradores da zona leste de Sp.
Moradores do Jardim Pantanal, zona leste de São Paulo, temem a repetição das enchentes do ano passado, quando várias casas da região passaram semanas alagadas.
Isso porque as comportas da barragem da Penha podem ser totalmente abertas a qualquer momento, depois das fortes chuvas que caíram sobre a capital durante à noite, elevando ao máximo o nível das represas da bacia do Tietê.
"A noite foi terrível, muita água entrou nas casas, mas a situação pode ficar realmente feia. Agora parou de chover, mas o rio continua subindo. É sinal de que eles estão soltando a água (da barragem da Penha)", segundo jornais uma das lideranças comunitárias do bairro, que inclui a Chácara 3 Meninas e o Jardim Romano, todos fortemente afetados pelas inundações.
O problema, é agravado pela exigência da prefeitura de que os moradores sejam transferidos para abrigos. Eles temem que suas casas sejam derrubadas durante a ausência, já que o bairro está nos planos de construção de um parque linear e é alvo de sucessivas ações para a retirada da população.
Ainda segundo moradores, a comunidade teme ser despejada à força de suas casas, para a construção do parque. Ela conta que a prefeitura já avisou que ainda em janeiro vai tentar fazer com que os moradores saiam voluntariamente, em troca da chamada bolsa-aluguel. "As autoridades estão dizendo para os moradores que, se não sairmos por bem, vai ter confusão."
O Departamento de Águas e Energia Elétrica (Daee), órgão do governo paulista que administra a Bacia do Alto Tietê, não atendem os reportes (mídia televisiva).
Caos e mortes
Outras cidades
Em São José dos Campos, no Vale do Paraíba, cinco mulheres da mesma família foram soterradas após o deslizamento de uma residência. Os bombeiros resgataram o corpo de duas delas e as demais estavam desaparecidas. Duas pessoas foram socorridas no mesmo local.
Em Mauá, região do ABC paulista, as chuvas também causaram desmoronamentos. Três pessoas morreram soterradas enquanto outras duas foram resgatadas com ferimentos leves, informou o Corpo de Bombeiros.
O município turístico de Embu das Artes, na região metropolitana, registrou uma morte, e uma pessoa também morreu em Mogi das Cruzes, por afogamento.
sexta-feira, 26 de novembro de 2010
SP 30% da frota de ônibus será movida a álcool

