quarta-feira, 12 de janeiro de 2011

Mais um vez Jd. Pantanal II a Missão

Mais um vez as nossas autoridades Prefeitura de São Paulo e o Departamento de Águas e Energia Elétrica (Daee) do Governo do Estado de São Paulo continuam com o descaso com os moradores da zona leste de Sp.

Moradores do Jardim Pantanal, zona leste de São Paulo, temem a repetição das enchentes do ano passado, quando várias casas da região passaram semanas alagadas.

Isso porque as comportas da barragem da Penha podem ser totalmente abertas a qualquer momento, depois das fortes chuvas que caíram sobre a capital durante à noite, elevando ao máximo o nível das represas da bacia do Tietê.

"A noite foi terrível, muita água entrou nas casas, mas a situação pode ficar realmente feia. Agora parou de chover, mas o rio continua subindo. É sinal de que eles estão soltando a água (da barragem da Penha)", segundo jornais uma das lideranças comunitárias do bairro, que inclui a Chácara 3 Meninas e o Jardim Romano, todos fortemente afetados pelas inundações.

O problema, é agravado pela exigência da prefeitura de que os moradores sejam transferidos para abrigos. Eles temem que suas casas sejam derrubadas durante a ausência, já que o bairro está nos planos de construção de um parque linear e é alvo de sucessivas ações para a retirada da população.

Ainda segundo moradores, a comunidade teme ser despejada à força de suas casas, para a construção do parque. Ela conta que a prefeitura já avisou que ainda em janeiro vai tentar fazer com que os moradores saiam voluntariamente, em troca da chamada bolsa-aluguel. "As autoridades estão dizendo para os moradores que, se não sairmos por bem, vai ter confusão."

O Departamento de Águas e Energia Elétrica (Daee), órgão do governo paulista que administra a Bacia do Alto Tietê, não atendem os reportes (mídia televisiva).

Caos e mortes

Até as 12h30 da terça-feira havia chegado a 13 o número de mortes causadas pelas fortes chuvas no estado de São Paulo. Só na região metropolitana foram seis mortes. Uma delas ocorreu na Avenida 9 de Julho, no centro da cidade, onde um pessoa foi arrastada pela enxurrada. A vítima chegou a ser socorrida na Santa Casa, mas não resistiu ao afogamento.

A Defesa Civil da cidade de São Paulo informou que 18 bairros estão em áreas consideradas em estado de atenção em razão de riscos de deslizamentos, afetando todas as regiões da capital paulista. Nesta manhã, de acordo com o Corpo de Bombeiros, a região metropolitana de São Paulo teve 61 pontos de alagamento e 12 desabamentos.

Outras cidades

Em São José dos Campos, no Vale do Paraíba, cinco mulheres da mesma família foram soterradas após o deslizamento de uma residência. Os bombeiros resgataram o corpo de duas delas e as demais estavam desaparecidas. Duas pessoas foram socorridas no mesmo local.

Em Mauá, região do ABC paulista, as chuvas também causaram desmoronamentos. Três pessoas morreram soterradas enquanto outras duas foram resgatadas com ferimentos leves, informou o Corpo de Bombeiros.

O município turístico de Embu das Artes, na região metropolitana, registrou uma morte, e uma pessoa também morreu em Mogi das Cruzes, por afogamento.

sexta-feira, 26 de novembro de 2010

SP 30% da frota de ônibus será movida a álcool



A frota de ônibus do sistema de transporte municipal de São Paulo terá 50 veículos movidos a etanol em circulação a partir de maio de 2011. A primeira frota a utilizar combustível totalmente renovável e não poluente do Brasil será viabilizada por meio de um protocolo de intenções assinado pela Prefeitura de São Paulo, Secretarias Municipais de Transportes e do Verde e Meio Ambiente, Scania, Cosan, Unica e Viação Metropolitana.
O etanol derivado da cana-de-açúcar é um combustível renovável, produzido em larga escala no território do Estado de São Paulo, com potencial de redução de 80% da emissão de gases do efeito estufa, quando comparado com os combustíveis fósseis, e que ainda tem relevante potencial para diminuir as emissões de material particulado, de óxidos de nitrogênio e de óxidos de enxofre em relação às emissõ
es resultantes da combustão de óleo diesel.

Existem programas bem-sucedidos de substituição no transporte coletivo urbano de combustíveis derivados de petróleo por etanol, como a Suécia, cuja capital, Estocolmo, possui atualmente cerca de 30% da frota movida a etanol aditivado. São mais de 600 ônibus fabricados pela empresa matriz da Scania _ dezenas desses veículos operam há mais de 10 anos.

O programa está sendo possível graças à parceria entre a Prefeitura de São Paulo, a Secretaria Municipal de Transportes, a Secretaria Municipal do Verde e Meio Ambiente, São Paulo Transportes (SPTrans), Unica (União da Agroindústria Canavieira do Estado de São Paulo), Cosan Combustíveis e Lubrificantes S/A, Scania Latin America, Viação Metropolitana. Por meio do protocolo de intenções serão viabilizados a fabricação, distribuição do combustível já aditivado e o gerenciamento da nova frota da capital, participando efetivamente da Política Municipal de Mudanças do Clima no

Município de São Paulo, instituída pela Lei nº14.933, de 5 de junho de 2009. Essa
lei tem como uma de suas diretrizes “a promoção do uso de energias renováveis e substituição gradual dos combustíveis fósseis por outros com menor potencial de emissão de gases de efeito estufa”.

Fonte: Jornal Metro de São Paulo do dia 26 de Novembro de 2010

Testes em desenvolvimento na capital de São Paulo

A Secretaria Municipal de Transportes já investe em combustíveis alternativos ambientalmente mais corretos. Desde janeiro de 2009, os ônibus da capital estão operando com óleo diesel de S 50 (50 ppm de enxofre e com a adição de 5% de biodiesel). Esse combustível com baixo teor de enxofre apresenta ganhos ambientais significativos na comparação com o diesel utilizado anteriormente. Testa também um ônibus que utiliza uma mistura de diesel com um biodiesel extraído da cana-de-açúcar e um novo modelo híbrido, que utiliza eletricidade e diesel.

O teste com o ônibus movido a etanol começou em dezembro de 2009. O veículo já rodou aproximadamente 25 mil quilômetros nas ruas da cidade e transportou 85 mil passageiros. Não apresentou falhas e reduziu em mais de 80% as emissões de gases responsáveis pelo aquecimento global, em 90% a emissão de material particulado e 62% de NOx (óxidos de nitrogênio), além de não liberar enxofre. Além disso, a Secretaria Municipal de Transportes intensifica a renovação de 140 trólebus, dos 200 veículos elétricos em circulação na Capital.

A Secretaria Municipal de Transportes, por meio da SPTrans, está investindo também na renovação da frota paulistana. Dos cerca de 15 mil veículos da frota, 9.100 são novos , representando 60% da frota. Esses coletivos novos reduziram a emissão de monóxido de carbono (CO) , conforme taxas médias aferidas nos veículos. Os índices podem ser acompanhados em tempo real no Emissômetro - www.sptrans.com.br/sptrans acao/emissometro.aspx - instrumento que permite o acompanhamento, segundo a segundo, dos ganhos ambientais obtidos com a redução da emissão de poluentes na atmosfera.

Todos os ônibus do transporte coletivo urbano da capital passam por vistorias semestrais para checagem da manutenção, conservação e a emissão de fumaça. Qualquer carro que for reprovado na vistoria fica impedido de circular até que o problema seja corrigido. Além dessa vistoria, todos os carros também passam pela Inspeção Veicular Ambiental.

fonte: Prefeitura de São Paulo

Para Brasileiro, Meio Ambiente é Prioridade

Pesquisa divulgada ontem pelo Minis-tério do Meio Ambiente revela que a maioria dos brasileiros dá prioridade à preservação ambiental em detrimento ao crescimento econômico.

O levantamento, batizado de “Sustenta-bilidade: Aqui e Agora”, mostrou ainda que 60% dos entrevistados são favoráveis ao fim do uso de sacolas plásticas e 66% passariam a separar o lixo caso tivessem coleta seletiva no bairro.

Apesar dessa disposição para adotar medidas ambientalmente corretas, 90% dos pesquisados informaram que uti-lizam sacolas plásticas na hora das compras e só 27% compram produtos feitos de material reciclado.

Além disso, o preço elevado dos chamados produtos orgânicos, que chegam a custar 20% a mais do que os convencionais, ainda são uma barreira para o acesso dos brasileiros a esse mercado.

Segundo o estudo, apenas 27% dos pesquisados compraram algum tipo de alimento sem agrotóxicos no último ano. Outro dado que chama a atenção é que somente 13% substituiram o automóvel pelo transporte coletivo.

Sendo que o maior percentual foi registrado em São Paulo (18%). Com relação à informação sobre o meio ambiente, 52% responderam que têm pouco conhecimento sobre o tema, 26% disseram que estão bem informados e 22% não sabem nada sobre o assunto.

Para 63% dos entrevistados, a escola é a principal responsável pela divulgação de ações de preservação ambiental. Já a solução dos problemas ambientais é de responsabilidade das prefeituras, segundo 40% dos 1.100 entrevistados.


Fonte Jornal Metro do dia 26 de Novembro de 2010.

quarta-feira, 24 de novembro de 2010

BIOCOMBUSTÍVEIS

Perguntas e Respostas sobre biocombustíveis.

O que são biocombustíveis!

São Combustíveis produzidos a partir da biomassa (matéria organica), isto é, de fontes renovaveis - produtos vegetais ou compostos de origem animal. As fontes mais conhecidas no mundo são cana-de-açucar, milho, soja,semente de girasol, madeira e celulose. A partir destas fontes é possível produzir biocombustiveis, como álcool e biodiesel. Os biocombustiveis, como álcool, etanol e biodiesel. Os biocombustiveis são biodegradaveis - por isso provocam menor impacto à natureza.

terça-feira, 9 de novembro de 2010

Dilma lança plataforma ambiental

Dilma Rousseff, lançou em Brasília, a plataforma ambiental de seu governo. No mesmo momento em que o ato ocorria, em todas as capitais do Brasil movimentos ambientalistas também realizavam atos em defesa do meio ambiente e de apoio à candidata. Inclusive socioambientalistas militantes da campanha da senadora Marina Silva.

O documento que traduz a plataforma ambiental de Dilma Rousseff apresenta treze compromissos ambientais, entre eles vetar mudanças no Código Florestal. A carta-compromisso afirma que “a política ambiental vai aprofundar os avanços conquistados no governo Lula na construção de um novo padrão de desenvolvimento sustentável e includente”. No documento, Dilma ainda promete que irá “avançar na política ambiental integrada, que associa a incorporação da sustentabilidade às políticas públicas e à parceria com a sociedade”.

A Plataforma Ambiental levou os ambientalistas que estiveram com Marina a apoiar Dilma. Dilma recebeu apoios individuais de várias lideranças que estiveram com Marina. Entre elas Édson Duarte, membro da executiva nacional do Partido Verde, Rogério Rocco, ex-superintendente do IBAMA. Além do importantíssimo apoio de Ângela Mendes, filha de Chico Mendes.

Dilma prometeu dobrar reforço para impedir o desmatamento da floresta amazônica. “A redução do desmatamento é pré-condição para sustentabilidade da Amazônia. Por isso teremos tolerância zero com o desmatador”. Dilma reconheceu que os avanços do governo na questão ambiental não foram o suficiente. “O governo avançou, mais não fez tudo”. Sobre a participação do Governo Lula nas discussões ambientais internacionais nos temas biodiversidade e aquecimento global, Dilma ressaltou “a consolidação da atuação brasileira na política ambiental global”.

Enquanto isso, no Rio de Janeiro, o Ministro do Meio Ambiente, Carlos Minc, dirigindo o encontro contando com a participação de vários ambientalistas, com a presença do governador Sérgio Cabral, discursou: “Um dos pontos que o pessoal da Dilma, respondendo às propostas da Marina, assumiu foi o compromisso de vetar todos aqueles artigos que descaracterizam o Código Florestal, como por exemplo, a anistia para os desmatadores ou a redução das Áreas de Proteção Permanente.

A nossa companheira Marina teve 20 milhões de votos. Nem todos esses votos são votos ambientalistas, mas muito são. Eu diria que uma parte muito considerável dos votos de Marina foi dada por pessoas convencidas de que estavam votando pela sustentabilidade. Então, nós não estamos aqui para falar para nós mesmos. Nós estamos alimentando e acertando a conversa para falar com a população”.

Tirando um sarro de Gabeira, Carlos Minc afirmou que Dilma terá 80% dos votos de Marina no Rio. “Vamos deixar um pouco para o Gabeira, para ele não ficar triste.”


Fonte: Afinsophia

06/08/2010 José Candido protocola projeto contra trotes aos bombeiros e emergências

Na tentativa de coibir o excesso de trotes telefônicos para ambulâncias, bombeiros e polícia, o Deputado Estadual José Candido protocolou quarta-feira (4), na Assembleia Legislativa, um projeto de lei que prevê o pagamento de multa para quem acionar esses serviços indevidamente.

Segundo o projeto de lei, o responsável por falsos chamados a esses serviços de emergência terá de ressarcir todas as despesas relacionadas ao atendimento. O texto prevê que os recursos arrecadados deverão ser repassados à Secretaria de Estado da Fazenda.

Além do custo de deslocamento de ambulâncias, carros de bombeiro ou viaturas policiais, os trotes também prejudicam a prestação dos serviços de emergência a quem realmente necessita deles, transtorno que pode colocar vidas em risco. Além de coibir os trotes, o projeto de lei de autoria de José Candido tem como objetivo ressarcir o prejuízo acarretados pelo acionamento indevido desses serviços.

Dados da SSP (Secretaria de Segurança Pública) do Estado de São Paulo indicam que a Polícia Militar recebe uma média de 7.000 trotes por dia. O número corresponde a 21% do total de ligações. No Corpo de Bombeiros, o índice de trotes chega a 30%. Os maiores responsáveis são as crianças e adolescentes. O trote já é classificado como crime no Código Penal, e pode resultar em até seis meses de prisão.